Análise completa · Copa do Mundo 2026
Grupo C da Copa 2026: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti
6 jogos entre 13 e 24 de junho nos EUA. Brasil favorito com 96,9% de classificação. A segunda vaga é a maior briga do grupo.
O Grupo C da Copa do Mundo 2026 reúne Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti. Os seis jogos da chave acontecem nos Estados Unidos, entre 13 e 24 de junho, em estádios de Nova Jersey, Massachusetts, Pensilvânia, Flórida e Geórgia. O Brasil entra como favorito disparado: o supercomputador da Opta dá 96,9% de chance de classificação à seleção de Ancelotti.
Marrocos aparece como segunda força do grupo, com 88,7% de probabilidade de avançar. É o vice-campeão moral de 2022 e chega como maior ranking africano da história. A Escócia, de volta após 28 anos de ausência, tem chance real de surpreender como melhor terceiro. E o Haiti carrega o título menos invejável do torneio: 15,8% de classificação, a menor entre as 48 seleções, segundo a Opta.
Esta página é o mapa completo da chave: calendário com datas e horários em Brasília, probabilidades de cada seleção, análise individual dos quatro times, retrospecto histórico e como esse grupo mexe com o seu bolão.
Quando e onde são os jogos do Grupo C?
Os seis jogos acontecem entre 13 e 24 de junho de 2026, todos nos Estados Unidos. Horários em Brasília (BRT).
| Rodada | Data | Hora (BRT) | Jogo | Estádio | Cidade |
|---|---|---|---|---|---|
| 1ª | Sáb 13/jun | 19h | Brasil x Marrocos | MetLife Stadium | East Rutherford, NJ |
| 1ª | Sáb 13/jun | 22h | Haiti x Escócia | Gillette Stadium | Foxborough, MA |
| 2ª | Sex 19/jun | 19h | Escócia x Marrocos | Gillette Stadium | Foxborough, MA |
| 2ª | Sex 19/jun | 21h30 | Brasil x Haiti | Lincoln Financial Field | Filadélfia, PA |
| 3ª | Qua 24/jun | 19h | Escócia x Brasil | Hard Rock Stadium | Miami, FL |
| 3ª | Qua 24/jun | 19h | Marrocos x Haiti | Mercedes-Benz Stadium | Atlanta, GA |
Datas e horários seguem o calendário oficial da FIFA. A 3ª rodada é disputada simultaneamente — regra da FIFA para evitar combinação de resultados.
Brasil x Marrocos no MetLife Stadium coloca frente a frente os dois favoritos à classificação já na rodada de abertura. O MetLife tem capacidade para 82 mil pessoas e vai sediar a final da Copa em 19 de julho.
Para a Escócia, enfrentar o Marrocos na segunda rodada é o jogo mais decisivo do grupo. Vencer ali coloca os escoceses em rota de classificação e complica os planos africanos.
Escócia x Brasil em Miami e Marrocos x Haiti em Atlanta começam exatamente às 19h de Brasília. A simultaneidade é obrigatória pela FIFA — nenhum time entra em campo sabendo o resultado do outro estádio.
Quem é o favorito? As chances de classificação
O supercomputador da Opta rodou 25.000 simulações em junho de 2026. O resultado aponta dois dominantes e dois que brigam pelo que sobra.
| Seleção | Classificação ao mata-mata | Liderança do grupo |
|---|---|---|
| 96,9% | 60,2% | |
| 88,7% | 28,6% | |
| 65,6% | — | |
| 15,8% | 1,1% |
Se todo mundo no seu grupo vai cravar Brasil em primeiro e Marrocos em segundo, esse palpite não te diferencia. A pontuação que ganha bolão raramente vem do óbvio. Ela vem de acertar a ordem certa quando a maioria errou.
É justamente nos 28,6% do Marrocos liderar que mora a oportunidade. Se você arrisca o Marrocos em primeiro e dá certo, abre vantagem sobre quem jogou no automático. O cálculo de risco é favorável a quem ousa. O mesmo raciocínio vale para a segunda vaga: 65,6% da Escócia é probabilidade de quem briga, não de quem passeia.
Análise das seleções do Grupo C
Cada uma das quatro seleções chega ao Grupo C com uma história própria. O pentacampeão com treinador novo. O vice-campeão moral de 2022 com técnico estreante. O time que sumiu das Copas por 28 anos. E o azarão que voltou depois de meio século.
Brasil — Ancelotti, a volta do Neymar e o peso da estreia
O Brasil é o cabeça de chave e o favorito disparado, mas chega à Copa de 2026 num momento diferente. Pela primeira vez na história, um estrangeiro comanda a seleção em um Mundial: Carlo Ancelotti assumiu em maio de 2025 e, pouco antes do torneio, estendeu o vínculo com a CBF até 2030.
O italiano herdou um time saindo da pior campanha de Eliminatórias do formato atual. O Brasil terminou apenas em quinto na América do Sul, com 28 pontos: oito vitórias, quatro empates e seis derrotas. No ranking FIFA de abril de 2026, aparece em sexto.
A novela mais comentada da convocação tem nome e sobrenome. Neymar voltou à seleção pela primeira vez desde a ruptura do ligamento cruzado em outubro de 2023, agora pelo Santos, e esta será sua quarta Copa. Ele sofreu uma lesão grau 2 na panturrilha antes do torneio, e Ancelotti decidiu mantê-lo na lista assim mesmo, apostando que ele esteja disponível na reta decisiva da fase de grupos.
A lista de cortes por lesão é pesada. Rodrygo ficou fora depois de romper o cruzado e o menisco em março. Estêvão saiu por lesão muscular. Éder Militão, por problema na coxa. Wesley foi cortado às vésperas e abriu espaço para a convocação relâmpago de Éderson, da Atalanta, em 7 de junho.
No ataque, quem segura o time são dois nomes em alto nível. Vinícius Jr vive boa fase pelo Real Madrid — 16 gols e 5 assistências na LaLiga 2025-26. Raphinha, do Barcelona, talvez seja o brasileiro mais decisivo do momento: perto de 34 gols e 23 assistências em 57 jogos na temporada, artilheiro da Champions e tríplice coroa nacional com o Barça. Endrick e Rayan entram como jovens brigando por minutos.
O Brasil disputa sua 23ª Copa, único país presente em todas as edições desde 1930. É pentacampeão, mas não chega a uma final desde 2002. Em 2022 caiu nas quartas para a Croácia, nos pênaltis.
Marrocos — o vice-campeão moral com técnico estreante
O Marrocos é a segunda força do Grupo C e a maior surpresa positiva do futebol africano dos últimos anos. Depois de chegar à semifinal do Catar em 2022 — a melhor campanha que uma seleção africana já fez em Copas, eliminando Espanha e Portugal pelo caminho —, os marroquinos voltam como cabeça de chave do continente. No ranking FIFA de abril de 2026 ocupam o 8º lugar.
O detalhe curioso fica no banco. Mohamed Ouahbi, belga-marroquino de 49 anos, assumiu a seleção principal só em março de 2026, depois que Walid Regragui renunciou após perder a final da CAN para o Senegal. Ouahbi chega com currículo recente forte — conquistou o Mundial Sub-20 de 2025 batendo a Argentina na final —, mas nunca tinha comandado uma seleção principal. Estrear num Mundial é o tipo de desafio que pode dar muito certo ou explodir na primeira fase.
Nas Eliminatórias africanas, o Marrocos foi perfeito: oito vitórias em oito jogos, 22 gols marcados, dois sofridos e foi a primeira seleção do mundo a carimbar vaga na Copa de 2026.
A maior estrela é também a maior dúvida física. Achraf Hakimi, capitão e lateral do PSG, foi campeão da Champions League 2024-25 — o primeiro do clube parisiense — e terminou em sexto na Bola de Ouro. Mas sofreu uma lesão na coxa em abril de 2026. Está convocado, mas a condição física para a estreia é o que mais preocupa a comissão técnica.
No ataque, Brahim Díaz, do Real Madrid, foi o artilheiro da CAN 2025 com 5 gols em 5 jogos e é o motor criativo do time. O camisa 9 da Copa anterior, Youssef En-Nesyri — autor do gol histórico que derrubou Portugal em 2022 —, não foi convocado.
Escócia — 28 anos depois, de volta ao palco
A Escócia protagoniza talvez a história mais emocionante da chave: a volta a uma Copa do Mundo depois de 28 anos de ausência. A última participação tinha sido em 1998, justamente num grupo que também tinha Brasil e Marrocos. Quase três décadas depois, os três se reencontram. Steve Clarke comanda desde 2019 — recorde nacional de permanência no cargo — e leva o país ao terceiro grande torneio consecutivo, depois das Eurocopas de 2020 e 2024.
A Escócia venceu o próprio grupo das Eliminatórias da UEFA, ficando à frente de Dinamarca, Grécia e Belarus — a primeira vez desde 1982 que liderou um grupo de Eliminatórias sem precisar de repescagem. A noite que definiu a classificação foi uma das mais especiais da história escocesa: em novembro de 2025, em Hampden Park, bateram a Dinamarca por 4 a 2, com McTominay abrindo o placar de bicicleta.
E falando em McTominay, ele é o nome do qual a Escócia depende. O meio-campista fez uma temporada histórica pelo Napoli: 12 gols na Serie A, eleito o melhor jogador do campeonato italiano — o primeiro escocês a conquitar esse prêmio. O Napoli levou o Scudetto por um ponto e McTominay selou com mais um gol de bicicleta. Foi indicado à Bola de Ouro.
O problema escocês é velho: falta gol. Não tem um centroavante que resolva, e isso pesa em jogo decidido no detalhe. Em nove Copas, a Escócia nunca passou da fase de grupos. Nunca. O objetivo honesto em 2026 não é ganhar o grupo — é terminar em terceiro com pontuação suficiente para entrar entre os oito melhores terceiros colocados.
Andy Robertson, capitão com quase 92 jogos pela seleção, e John McGinn, do Aston Villa, completam o núcleo do time.
Haiti — meio século depois, de volta ao Mundial
O Haiti faz a Copa mais improvável das quatro. Voltou após 52 anos de ausência — a última participação foi em 1974, na Alemanha Ocidental. Veio do pote 4, o mais fraco do sorteio, e carimbou a vaga vencendo seu grupo nas Eliminatórias da CONCACAF.
O mais impressionante da campanha foi o cenário em que ela aconteceu. O técnico Sébastien Migné comandou todos os jogos sem nunca pisar no Haiti, por causa da crise de segurança no país. A seleção jogou todas as partidas "em casa" em Curaçao, a cerca de 800 km do próprio território. E mesmo assim, foi ao Mundial.
O elenco ganhou reforços de peso — jogadores como Bellegarde e Isidor, que poderiam ter defendido a França, optaram pelo Haiti. O objetivo realista é disputar ponto a ponto com a Escócia na primeira rodada. Bater o Haiti não é garantido para ninguém. Pro Haiti, estar aqui já é a conquista.
Brasil em primeiro é o palpite seguro: elenco, tradição e qualidade individual resolvem, mesmo com o time em construção. A briga de verdade é pela segunda vaga — e aí fico com o Marrocos. A troca de técnico assusta, mas a distância de elenco pra Escócia e Haiti é grande demais pra ignorar.
O pulo do gato pro bolão tá no terceiro lugar. Como os 8 melhores terceiros avançam, um terceiro do Grupo C tem chance real de seguir vivo, e é aí que a Escócia pode surpreender. Cravar o Marrocos fora das oitavas é aposta ousada que quase ninguém no seu grupo vai fazer — e se acertar, te joga na frente.
Retrospecto histórico entre as seleções
Brasil, Marrocos e Escócia já dividiram grupo em 1998. Vinte e oito anos depois, os três se reencontram — com o Haiti completando a chave pela primeira vez.
Brasil x Marrocos — o histórico que assombra a estreia
São três jogos entre as duas seleções. O Brasil leva vantagem, mas o detalhe que pesa é o resultado mais recente: em 2023, num amistoso em Tânger, o Marrocos venceu por 2 a 1. Foi a primeira vez na história que os marroquinos bateram o Brasil. Na Copa de 1998, o Brasil havia passado por cima com 3 a 0 na fase de grupos. Esse 2 a 1 de 2023 é a memória mais fresca que os dois levam para o MetLife Stadium em 13 de junho.
Brasil x Escócia — dez jogos, Brasil invicto
Foram dez confrontos na história e o Brasil nunca perdeu. Quatro deles aconteceram em Copas: 0 a 0 em 1974, 4 a 1 em 1982, 1 a 0 em 1990 e 2 a 1 na abertura da Copa da França em 1998 — gol contra de Tom Boyd que ficou marcado. O último encontro foi em 2011, num amistoso, 2 a 0 para o Brasil. O terceiro jogo do grupo, em Miami, repete esse roteiro histórico.
Marrocos x Escócia — o 3 a 0 de 1998 e o reencontro decisivo
Se enfrentaram uma única vez — na Copa de 1998, terceira rodada da fase de grupos. O Marrocos venceu por 3 a 0 e quase se classificou, mas saiu por causa do saldo. Agora os dois se cruzam de novo no dia 19 de junho, em Foxborough, num jogo que pode valer a segunda vaga do grupo.
Brasil x Haiti — o 7 a 1 e as estreias absolutas
Brasil e Haiti já se enfrentaram três vezes, sempre com domínio brasileiro. O resultado mais lembrado é o 7 a 1 da Copa América Centenário 2016, nos EUA — Coutinho marcou três. Marrocos x Haiti e Escócia x Haiti, por sua vez, nunca aconteceram em jogo oficial ou amistoso. Quando esses times entrarem em campo, será história sendo escrita pela primeira vez.
Desempenho em Copas do Mundo
| Seleção | Copas disputadas | Melhor resultado | Última Copa antes de 2026 | Fase alcançada |
|---|---|---|---|---|
| Brasil | 23ª | Pentacampeão (58, 62, 70, 94, 2002) | 2022 | Quartas de final |
| Marrocos | 7ª | 4º lugar (2022) | 2022 | Semifinal |
| Escócia | 9ª | Fase de grupos | 1998 | Fase de grupos |
| Haiti | 2ª | Fase de grupos (1974) | 1974 | Fase de grupos |
Em 1974, o haitiano Emmanuel Sanon marcou contra a Itália e encerrou uma sequência invicta de Dino Zoff que durava mais de 1.100 minutos. A Itália virou e venceu, mas o gol de Sanon entrou para a história das Copas.
O jogo que decide o Grupo C e o caminho no mata-mata
O grupo tem nome e endereço para a partida que define o primeiro lugar: Brasil x Marrocos, na estreia, 13 de junho, no MetLife Stadium.
Quem vencer larga na frente e, com Haiti e Escócia ainda pela frente, abre vantagem real na corrida pela liderança. Quem perder não está eliminado, mas passa a depender de saldo e de tropeço alheio para terminar em primeiro. A Opta dá 60,2% de chance de o Brasil liderar e 28,6% para o Marrocos — na prática, Brasil ou Marrocos no topo, e a estreia entre eles tende a apontar quem fica com a ponta.
O cruzamento do Grupo C é com o Grupo F, formado por Holanda, Japão, Tunísia e Suécia. O líder do Grupo C enfrenta o segundo do Grupo F. O vice-líder do Grupo C enfrenta o primeiro do Grupo F. Se a Holanda sair em primeiro do F, quem ficar em segundo no C cai num adversário pesado imediatamente. Por isso a posição final no grupo muda o caminho inteiro do mata-mata.
Cruzamento na Rodada de 32
| Posição no Grupo C | Adversário na Rodada de 32 | Estádio | Data |
|---|---|---|---|
| 1º lugar | 2º do Grupo F | NRG Stadium, Houston | 29 de junho |
| 2º lugar | 1º do Grupo F | Estádio BBVA, Guadalajara/Monterrey | 29 de junho |
| 3º (se classificado) | Líder do Grupo A, E ou I | A definir | A definir |
O cruzamento exato do terceiro colocado só é definido pela FIFA após a última rodada de todos os grupos, com base em quais outros terceiros se classificam.
Como o Grupo C afeta o seu bolão
O Grupo C tem um favorito óbvio no Brasil, mas a segunda vaga está completamente em aberto. Essa combinação de previsível com imprevisível é o que separa quem leva o bolão de quem fica pelo caminho.
O erro mais comum é lembrar do 7 a 1 sobre o Haiti em 2016 e cravar 6 a 0 ou 5 a 1. Copa do Mundo não é Copa América Centenário. Um placar mais realista — 3 a 0 ou 2 a 0 — costuma render mais pontos do que apostar numa chuva de gols que não vem.
McTominay e companhia jogam fechados, o Marrocos sabe se defender. Cravar 0 a 0 ou 1 a 0 nesses confrontos costuma ser mais sábio do que imaginar festival ofensivo. Quem entende o estilo das seleções leva vantagem.
Os dois jogos da última rodada acontecem ao mesmo tempo — 24 de junho, 19h. Um Brasil já classificado pode poupar titulares contra a Escócia. Time misto pode tropeçar. Se você for cravar palpite na base do favoritismo puro, esses dois jogos podem destruir sua pontuação numa tarde só.
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Criar meu Bolão da Copa 2026 →Perguntas frequentes sobre o Grupo C
Quais seleções estão no Grupo C da Copa 2026?
Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti formam o Grupo C da Copa do Mundo 2026. Os três primeiros já dividiram grupo na Copa de 1998. O Brasil entra como favorito com 96,9% de chance de classificação, segundo a Opta.
Quando o Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026?
O Brasil estreia no sábado, 13 de junho de 2026, às 19h (horário de Brasília), contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey.
Quem é o favorito do Grupo C?
O Brasil é o favorito, com 96,9% de chance de classificação e 60,2% de liderar o grupo, segundo a Opta (25 mil simulações, junho de 2026). O Marrocos é o segundo favorito com 88,7% de chance de avançar.
Onde o Brasil joga na fase de grupos da Copa 2026?
O Brasil joga em três cidades dos Estados Unidos: contra o Marrocos no MetLife Stadium (Nova Jersey), contra o Haiti no Lincoln Financial Field (Filadélfia) e contra a Escócia no Hard Rock Stadium (Miami).
O Haiti tem chance de se classificar no Grupo C?
O Haiti tem 15,8% de chance de classificação, a menor entre as 48 seleções do torneio, segundo a Opta. É o azarão da chave, mas chegou ao Mundial vencendo seu grupo nas Eliminatórias da CONCACAF.
Quem o líder do Grupo C enfrenta no mata-mata?
O líder do Grupo C enfrenta o segundo colocado do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia ou Suécia) em 29 de junho, no NRG Stadium, em Houston. Quem terminar em segundo cruza com o primeiro do Grupo F, em Guadalajara ou Monterrey.
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